Quando O Diabo Veste Prada estreou em 2006, uma geração inteira aprendeu o que é o poder de um acessório certo no momento certo. Vinte anos depois, a sequência chega às telas — e desta vez, o acessório que rouba a cena não é uma bolsa de grife nem um par de sapatos impossíveis. É a gravata.

O figurino que virou tendência

A responsável pelo guarda-roupa do filme é Molly Rogers, a mesma que trabalhou no original ao lado da lendária Patricia Fields. Para a continuação, ela se inspirou na Diane Keaton de Annie Hall e nas redações antigas, onde repórteres usavam coletes e gravatas levemente tortas, mangas arregaçadas — uma estética que ela define como "feminine menswear": alfaiataria androgina reinterpretada com um olhar completamente feminino.

O resultado é um guarda-roupa que circula entre o poder e a sedução, entre o clássico e o inesperado.

Três personagens, três leituras

A gravata aparece de formas distintas em cada personagem do filme:

  • Andy Sachs (Anne Hathaway) usa uma versão fina de couro com um macacão Ulla Johnson, e aparece em Milão com alças de um macacão Armani Privé que imitam o formato de uma gravata — quando a referência deixa de ser literal e vira reinterpretação de design.
  • Amari (Simone Ashley) desfila pelo escritório com um terno Thom Browne e gravata xadrez combinando. Em outra cena, usa um look cujo corpete inteiro é forrado de gravatas — uma criação exclusiva do departamento de figurino.
  • Emily Charlton (Emily Blunt) também aparece com a peça, reforçando que não se trata de um detalhe isolado, mas de uma linguagem estética que percorre todo o filme.

Por que a gravata feminina é poder

A gravata nunca foi apenas um acessório formal. No universo masculino, ela sempre sinalizou autoridade, cerimônia, hierarquia. Quando migra para o guarda-roupa feminino, carrega tudo isso — mas transforma. Vira ousadia. Vira ponto de vista. Vira a mulher que sabe exatamente o que está fazendo.

A moda já vinha sinalizando esse movimento nas últimas temporadas, em desfiles e no street style. O filme apenas amplifica e legitima o que quem presta atenção já tinha percebido.

Modelo caminha com gravatas estilosas, macacão brilhante preto e prata, casaco vinho e boina, em clima sofisticado.

Como usar

A gravata feminina não precisa de um manual rígido. Mas alguns caminhos funcionam muito bem:

  • O clássico revisitado: camisa branca + blazer + gravata. Elegante, atemporal, com personalidade.
  • O contraste: gravata sobre decotes ou blusas com ombros à mostra — o inesperado que chama atenção.
  • O styling criativo: gravata usada como cinto, ou com broches aplicados — cheio de referência e sofisticação.

O segredo é simples: ela precisa parecer uma escolha, não um acidente.

A Impressionata já sabia

Antes mesmo do filme chegar às telas, a Impressionata trouxe a gravata para a sua nova coleção. Não é coincidência — é o olhar treinado de quem acompanha moda de verdade.

Nossa gravata foi pensada para a mulher que quer um toque de drama sem abrir mão do refinamento. É o tipo de peça que transforma um look básico em declaração de estilo — e que você vai querer usar de mais de uma forma.

Conheça a nova coleção de gravatas da Impressionata